terça-feira, 6 de outubro de 2015

Off Road:10 motos indicadas para iniciantes nas trilhas

Pilotar uma moto off-road é certeza de aventura e adrenalina em altas doses. Mas antes de se aventurar nas trilhas é preciso escolher a motocicleta ideal pode fazer toda diferença entre uma curva crescente de aprendizado e uma série de quedas que, na melhor das hipóteses, vão fazê-lo desistir da prática. Pensando nisso, a Infomoto reuniu em uma lista os modelos ideais para quem não vê a hora de fazer a sua estreia nas trilhas e encarar muita lama, terra e cascalho pela frente. E depois de escolher a sua, clique aqui e confira as dicas para se sair bem na trilha.

1- Honda CRF 150F

Modelo de entrada da Honda no segmento off-road, a CRF 150 é indicada para os iniciantes de estatura menor, devido às rodas de 19" na dianteira e 16" na traseira.O motor monocilíndrico quatro tempos de 149,2 cm³ pode gerar até 14 cv a 8.500 e oferece a potência suficiente para quem está começando e ainda traz o benefício da partida elétrica. O preço sugerido aqui pela Honda é de R$ 8.790.

2- Yamaha TT-R 125LWE

A marca dos três diapasões também oferece para o público brasileiro dois modelos criados especificamente para o off-road. O menor deles é a TT-R 125. Equipada com um motor quatro tempos de 124 cm³ e pesando apenas 83 kg a seco, a pequena aventureira da Yamaha é o modelo mais leve da nossa lista. É um dos mais indicados para os adolescentes que estão começando no off-road, uma vez que suas rodas dianteira e traseira têm aros 19 e 16 polegadas, respectivamente. Seu preço sugerido é de R$ 7.530 e inclui partida elétrica.

3 - Yamaha TT-R 230

Evolução natural dos pilotos que começaram com a versão de 125cc, a TT-R 230 conta com um propulsor monocilíndrico quatro tempos de 223 cm³. Um pouco mais potente do que sua irmã menor, o modelo médio da Yamaha também pode ser uma opção de início direto. Principalmente para pilotos mais velhos e de estatura maior, já que conta com rodas aro 21 na dianteira e 19 na traseira. Equipada com partida elétrica, a TT-R 230 sai por R$ 10.800.

4 - Honda CRF 230F

Com 107 kg a seco, a CRF 230 é leve e o motor monocilíndrico quatro tempos de 223 cm³ é capaz de gerar até 19,3 cv de potência a 8.000 rpm. Feita para os adultos iniciantes, conta com rodas 21 e 19, na dianteira e traseira, respectivamente, porém seu comportamento é dócil e ideal para quem está aprendendo. A partida elétrica é outro item bem vindo. Afinal, depois de horas de trilha e dependendo da situação, até dar a partida com o pé pode ficar difícil. O preço sugerido também é de R$ 10.800.

5 - Kawasaki KX 100

Embora a baixa capacidade cúbica e as rodas menores (19" na frente e 16" atrás) sugiram uma moto para iniciantes, a KX 100 está em outro patamar. O motor monocilíndrico de 99 cm³ da off-road da Kawasaki é dois tempos, portanto mais arisco, e tem refrigeração líquida. Outro diferencial é a presença do freio a disco traseiro, que é pouco recorrente nos modelos de baixa cilindrada. Recentemente apresentada ao mercado brasileiro pela Casa de Akashi, a KX 100 chega em 2013 por R$ 19.800.

6 - Mormaii VT 250

Se a ideia é fugir das tradicionais marcas japonesas na hora de escolher uma média cilindrada para off-road, a VT 250 da Mormaii pode ser uma boa opção para quem está começando. O motor monocilíndrico quatro tempos de 249,6 cm³ é refrigerado a líquido e capaz de gerar até 26 cv a 7.500 rpm. O modelo, que conta com freios a disco nas duas rodas e suspensão dianteira invertida, tem partida elétrica e a pedal. O preço sugerido pela marca é de R$ 16.950.

7 - Gas Gas EC 250F Cami

Com o nome que significa caminho no idioma catalão, a Cami foi lançada no Brasil recentemente com o objetivo de fisgar os iniciantes no off-road. Equipada com rodas de 21" e 18", na frente e atrás, respectivamente, essa 250cc foi feita para pilotos mais iniciados. O propulsor monocilíndrico é quatro tempos e tem 249,6 cm³ de capacidade com refrigeração líquida. O modelo espanhol ainda conta com outros itens diferenciais, como freios a disco nas duas rodas e as opções de partida elétrica e a pedal. O preço sugerido no Brasil pela marca espanhola é de R$ 17.800.

8 - KTM Freeride 350

Apresentada no último Salão de Milão, a Freeride 350 traz motor monocilíndrico quatro tempos de 349,7 cm³. A mais forte entre os modelos que listamos, a Freeride conserva o apelo para iniciantes devido ao baixíssimo peso de 99 kg. Os outros destaques do modelo austríaco ficam por conta da suspensão invertida e os freios a disco nas duas rodas com assinatura da Brembo. Infelizmente, a moto não está disponível no Brasil, mas quem tiver os contatos certos e - principalmente - dinheiro no bolso pode começar seu enduro já no momento da compra, ao importá-la para o Brasil.

9 - Kawasaki KLX 140L

Com propulsor quatro tempos de 144 cm³ a KLX 140L é outra do time das que não estão disponíveis no Brasil, mas são indicadas para iniciantes. As rodas menores (19" na dianteira e 16" na traseira), além do baixo peso - de 95 em ordem de marcha - fazem do modelo boa opção para pilotos jovens e/ou de baixa estatura. Assim como a KX 100, esta off-road da Kawasaki também conta com freios a disco nas duas rodas.

10 - Suzuki DR-Z 125L

Equipada com propulsor monocilíndrico quatro tempos de 124 cm³, a DR-Z 125L é outra opção para os novatos. As rodas de 19" e 16" na dianteira e traseira, respectivamente favorece a quem tem menor estatura, mas a partida a pedal sem alternativa tira um pouco do conforto do piloto - embora conforto e off-road não sejam palavras que costumam andar juntas. Infelizmente, a DR-Z 125L também não está disponível no Brasil, mas pode ser encontrada no mercado norte-americano.

Fonte: Infomoto

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Café racer CB 400 e 450

Este Kit de café racer pode ser encaixado na cb 400 ou 450 sem cortar ou modificar quadro, podendo também voltar a forma original da moto. Os escapamentos são duas ponteiras de harley davison 883. 
Confira o visual - Seguiu daqui para oficina de Motos BECK para terminar eletrica e carburação. 
Esta das fotos ficou conforme a encomenda de nosso cliente. Você quer um kit nos escreva hotpartss@gmail.com ou tel (19) 41032382 . Despachamos para você. também temos para outras motos. 
Vendemos o kit ou peças separadas. rabeta, laterais, lanternas, suporte de placas, guidon .

Como Pilotar Moto na Trilha | Dicas e Técnicas de Pilotagem de Moto



Nesta seção vamos tentar passar ao Rôia… ops! digo, vamos tentar passar a você um pouco do conhecimento que adquirimos durante nosso tempo de trilheiros. São coisas simples, básicas para quem está começando a andar ou já anda ha algum tempo, mas não domina muito a sua moto. O difícil é lembrar de tudo na hora do sufoco… mas com o tempo as reações passam a ser mais automáticas.
De forma geral, com um posicionamento correto na moto você pode evitar grandes tombos e melhorar sua performance nas trilhas, desde as trilhas de baixa até as de alta velocidade. Às vezes pode-se sair de situações difíceis usando apenas o equilíbrio, pode-se ficar em pé na moto, e ir balanceando o peso do corpo para deixar a moto em equilíbrio.
Manter sempre os cotovelos altos, um pouco acima do guidão também ajuda. É importante evitar acelerar ou frear de forma muito brusca, isto pode provocar descontrole, derrapagem e implicar em sua queda. Outra regra: Use a embreagem apenas para a troca de marcha. Evite ao máximo empregar a embreagem como recurso para superar obstáculos, tal atitude pode danificar seus discos a ponto de sua moto ficar sem embreagem e você ficar ferrado.

Vejamos algumas dicas mais específicas:

  • Pilote sempre em pé: Isso vale para as trilhas de final de semana, provas de Enduro, Cross-Country e provas curtas.Pilotando em pé, você vai sentir menos as “imperfeições” do terreno. Por exemplo: passando num atoleiro, sua moto escorregou feio. Sentado, sua bunda e suas pernas são jogados para o lado fazendo com que você perca equilíbrio, pois seu tronco ficou no mesmo lugar. Estando em pé, seu corpo todo seria deslocado, mas você ainda estaria mantendo equilíbrio. Parece estranho mas, com o tempo, você verá que isto é um fato. A posição ideal é: Joelhos levemente dobrados, as pernas segurando a moto, coluna levemente inclinada para a frente e cotovelos dobrados, voltados para cima. Com a moto parada, sua posição deixa você em pé, equilibrado. Você nunca deve se apoiar no guidão, seja jogando ou segurando seu peso. Você SEMPRE deve estar apoiado nas suas pernas, não nos braços.
  • Mantenha seu centro de gravidade: Mas o que é isso meu irmão ??? Simples. Alguém já deve ter dito à você: “Quando estiver numa subida, encoste a barriga no tanque. Quando estiver descendo, vá para trás do banco…” Bom, é quase isso. Simplificando, manter seu centro de gravidade é manter seu corpo sempre em pé (ereto). Se estiver numa subida, apenas a moto deve se inclinar com o barranco. Seu corpo deve continuar “no prumo”. Ou seja, o tanque vem até você, não é você que vai até ele. pode ser que ele nem chegue, ou que ele queira passar da sua barriga, tudo depende da inclinação da subida. O importante é manter o corpo sempre na mesma posição de equilíbrio de quando se está no plano. O mesmo vale para as descidas. Quando se está descendo, apenas a moto deve inclinar-se para baixo. Claro que, numa descida, você não vai conseguir ficar em pé, senão terá de largar do guidão. Mas suas pernas e cintura deverão permanecer o mais ereto possível, inclinando apenas o tronco. Isso fará com que o seu peso seja deslocado para trás e você continue em equilíbrio.
  • Deixe os dedos indicadores sobre os manetes: No começo, vai ser uma droga. Seus dedos vão doer, vai parecer que você não consegue segurar o guidão com firmeza, etc. Isso passa. Quantas vezes você não escorregou por ter travado o freio dianteiro ? Pode ter certeza que foi porque você tomou um susto e “alicatou” o freio. Quantas vezes você não deixou a moto morrer, porque não apertou a embreagem a tempo ? Se você estiver com os dedos já posicionados, as reações são muito mais rápidas e precisas. Você não vai mais “alicatar” o freio, pois o seu dedo já vai estar na posição certa quando você precisar dele. O mesmo vale para a embreagem.
  • Curvas abertas: Não importa se o terreno está liso ou não, o método é o mesmo. Mantenha-se em pé, não sente. Ainda em linha reta, comece a desaceleração, vindo pela parte de fora da curva. Antes de iniciar a curva, trave seu freio traseiro, fazendo com que a moto derrape para se alinhar à parte de dentro da curva, apontando para a saída dela. Assim que ela estiver se alinhando, faça pressão na pedaleira do lado de fora da curva e retome a aceleração. Isto vai fazer com que você termine de derrapar enquanto aumenta a velocidade e, ao mesmo tempo, mantém seu corpo e a moto equilibrados, por causa da pressão na pedaleira. A melhor maneira de treinar este tipo de curva é fazê-las num terreno liso, forçando a derrapagem, até que você sinta confiança de que não vai sair voando curva afora.
  • Curvas fechadas: Existem muitos modos de se fazer uma curva fechada. Vamos explicar dois deles. Ambos têm seu prós e contras: 1a.: Imagine um ponto no meio da curva. Trace uma reta que vai de onde você está até este ponto e outra que vai do ponto para a saída da curva. É assim que você vai fazê-la. Como ? Simples: Não reduza a velocidade; freie pouco antes do ponto determinado, travando a roda traseira e derrapando a moto de forma que ela se alinhe à outra reta. Pronto, a curva está feita. Enquanto você derrapa, reduza a marcha para já sair forte da curva. A desvantagem desta curva é que você sai um pouco mais lento mas, em compensação, você freou depois do seu adversário e não precisou fazer uma “tomada” de curva, só precisou de um ponto; 2a.: Você irá reduzir um pouco antes da curva e, ao entrar nela, deslocar seu centro de gravidade para frente (sentando quase em cima do tanque), jogar a perna que estiver do lado de dentro da curva para frente, em direção à roda dianteira (não é para pôr o pé no chão, é para aumentar o peso na roda da frente) e calçar o máximo que puder o outro pé na pedaleira. Isso fará com que você aumente o peso na roda dianteira evitando que ela escorregue e manterá seu equilíbrio quando a roda traseira derrapar. Num ponto da curva (você vai ter que descobrir o seu ponto) você começa a acelerar forte. A moto deve escorregar um pouco. Quando alinhar a moto na reta, você já deve estar voltando para a posição em pé, jogando seu peso na roda de trás para dar mais tração à roda traseira. A vantagem é de você sair forte da curva. Com prática, você deve conseguir fazer mais rápido do que a outra, mas você precisa de espaço para isso. Se estiver no corpo-a-corpo e seu adversário souber fazer a outra curva, é provável que você fique para trás.
  • Frenagem: Todo mundo sabe acelerar, mas poucos sabem frear. Pra quem não sabe, o principal responsável por parar a moto é o freio dianteiro, não o traseiro. Em linha reta e em alta velocidade, a melhor maneira de diminuir a velocidade rapidamente é se mantendo em pé na moto, com o corpo inclinado para trás. O uso do freio dianteiro deve ser progressivo, ou seja, você deve começar a pressioná-lo levemente e ir apertando aos poucos. Nunca fique dando “trancos” no freio, não ajuda em nada. O freio traseiro deve ser usado levemente, para ajudar na desaceleração. Outra dica importante é observar o terreno sobre o qual vc freia, isso pra se ter uma idéia do quanto vc pode frear sem cair e do quanto utilizar de cada freio. Em descidas com o chão cheio de pedras,por exemplo, use mais o freio traseiro, frear a dianteira é tombo certo.
  • Pilotando no barro: Escolha o caminho mais seguro para evitar uma possível queda. Deixe a moto numa marcha reduzida, mas mantenha o giro do motor bem alto, para que o pneu mantenha-se limpo e não fique preso nas canaletas. Não confunda giro alto com velocidade. A velocidade será baixa, só o giro do motor que ficará alto.
  • Pilotando na areia: Para não correr o risco de atolar, você deverá manter a roda dianteira bem leve. Para isso, mantenha-se sempre em pé na moto, com o corpo levemente inclinado para trás. Isto fará com que você alivie o peso na roda dianteira e aumente na roda traseira, o que dará mais tração. Aqui você também utilizará uma marcha reduzida, mas não tanto quanto no barro.
  • Pilotando em piso duro: Este tipo de terreno parece tão liso quanto o barro, parece que seu pneu traseiro está furado. Para andar bem aqui, você deve utilizar uma marcha mais alta, deixando o motor trabalhar com um giro mais baixo, evitando que a roda traseira perca tração. Aceleradas bruscas e alto giro farão com que você derrape facilmente.
  • Pilotando nas pedras: Mantenha-se em pé na moto, com o corpo levemente inclinado para a frente, aumentando o peso na roda dianteira, para evitar que ela “saia da mão”. Entretanto se for uma descida, posicione-se mais atrás no banco e freie mais com a roda traseira pra evitar que a dianteira trave e te jogue no chão. Num terreno muito acidentado, utilize uma marcha reduzida, para poder conseguir obter uma resposta rápida da moto, caso precise superar algum obstáculo.
  • Buracos: são inevitáveis nas trilhas, tome cuidado com erosões que formam verdadeiras grotas pelo caminho. Caso o buraco seja pequeno reduza a marcha, puxe o guidão e acelere, a moto vai dar um empinadinha e passará por ele, mas aguarde pelo coice da roda traseira, lembre-se: sua moto tem DUAS rodas. Caso o burraco seja grande é melhor ir devagar, depois de cair dentro é preciso que o motociclista puxe a roda dianteira da moto junto com outra pessoa para sair.
  • Erosões ou Cavas: São erosões formadas por enxurradas que às vezes são tão grandes que quase escondem a moto dentro. Nas cavas grandes é preciso tomar cuidado para não entortar os pedais de câmbio e freio. Você pode tentar jogar o pneu dianteiro na parede da cava e tentar sair do outro lado, mas, nem sempre a moto e as pernas do piloto cabem, é preciso “caminhar” com os pés fora da cava e a moto dentro.
  • Raízes ou galhos caídos: são sempre um problema durante a trilha. Se o trilheiro não for para cima firme, principalmente em subidas, a moto passa o pneu da frente e fica prezo na raiz pelo de trás, ele perde tração e derrapa, geralmente não adianta acelerar, você estará desgastando inutilmente os pneus.O negócio é o seguinte: se não der para passar margeando o pneu dianteiro em algum morrinho lateral, você deve chegar com a moto numa com uma marcha reduzida, puxar o guidão para trás em pé e acelerar, a moto vai levantar a dianteira e passar sem problemas, se estiver numa boa velocidade não terá problemas para passar a traseira. Importante: a moto deve estar alinhada com o obstáculo, se entrar na diagonal um dos pneus pode derrapar e te dar um rabada daqueles. Isto vale para raízes, pedras, etc…, agora se ainda não está confiante o bastante tente passar devagar e dê uma ajuda a moto com as pernas ou saia de cima da moto.
  • Troncos caídos: é necessária uma “empinadinha” na roda dianteira para passar a frente da moto, quando o protetor do Carter bater no tronco, a moto deverá ser inclinada para frente e com a ajuda do corpo a roda traseira encosta-se ao tronco, então basta acelerar. Vá devagar, se não vc pode amassar os frisos da roda. A mesma técnica vale para pedras grandes no meio do caminho. É preciso uma atenção caso haja muitos tocos na trilha. Os acidentes mais comuns causados por eles são: dedos e pés fraturados. Se não tiver equipamentos, só amor nos dedos, vá com calma!!!
  • Saltos inesperadas: quando você for enfrentar um obstáculo em alta velocidade e não der para você diminuir a velocidade a tempo, apenas se posicione corretamente na moto e quando chegar no obstáculo faça uma pequena força puxando o guidão para cima, evitando que a frente caia. Nos saltos é sempre aconselhado cair com a roda traseira ou com as duas rodas juntas. Cair forçando a roda dianteira é problema! É necessário que o trilheiro tenha a coragem de enfrentar o obstáculo para evitar acidentes e danos a moto ou a ele mesmo. Normalmente num pulo em velocidade alta com a moto bem alinhada ao obstáculo dificilmente acontece algo errado, a moto pula de forma correta, sendo necessário apenas que o trilheiro fique em pé na moto para melhorar o equilíbrio, terminando o salto.Agora quando o trilheiro entra freando no obstáculo, a moto tende cair à frente, é quando acontece o acidente. Normalmente os trilheiros danificam suas motos nos obstáculos inesperadas que surgem nas trilhas de média e de alta. Mas não seja MUITO louco, em trilhas novas ou desconhecidas é melhor ir com calma nas primeiras vezes.
  • Riachos: escolha o caminho que achar mais apropriado, se for a primeira vez q se passa no riacho, é bom checar a profundidade, e caso entre, não fique esperando que Deus ajude… acelere e só pare quando já estiver tranqüilo do outro lado. É importante não deixar a água atingir o filtro de ar, nem deixar a moto cair no rio. Para facilitar a visão do piloto pode-se ficar em pé nas pedaleiras e mesmo que pareça refrescante, não deve passar muito rápido pelo riacho porque pode ter uma pedra ou tronco submerso.A dica é, a parte do riacho que tem correnteza é o local mais raso, e caso ele tenha partes claras e escuras, as escuras mostram locais mais fundos.
  • Atoleiros: deve-se escolher o caminho mais seguro para evitar quedas, tentando ao mesmo tempo uma pilotagem agressiva e cautelosa, andar sempre com a marcha reduzida fazendo com que o motor esteja em alto giro para que se mantenha o pneu limpo. O embalo é essencial, pelo menos irá vencer boa parte do atoleiro na velocidade. No caso da moto atolar não adianta nada ficar acelerando, pois a moto afunda mais. Desça da moto e mãos a obra…
  • Pântanos ou Brejos: Não seja burro: Evite-os. Muitos trilheiros acabam afundando em brejos porque se iludem achando que vários matos e plantas significam solo mais resistente e, sem saber, acabam passando por uma fria. Nas partes mais úmidas a moto afunda muito, e solo faz sucção nos pneus e no pé do trilheiro. Não tente sair de um brejo acelerando quando ve que sua moto não se move, assim você só irá afundar mais. A melhor alternativa é chamar um amigo para te ajudar a empurrar e ir acelerando vagarosamente. Se a coisa ficar feia mesmo e você não tiver levado uma corda, reze pra alguém ter levado.
  • Na duvida, ACELERE!!!: Sei que isso parece uma frase de efeito, mas é a mais pura verdade. O fato é que: o que te dá equilíbrio é o giro das rodas, pouca velocidade implica em pouco giro nas rodas e conseqüentemente pouco equilíbrio. Então em vez de ficar pensando “Eu freio, eu paro, eu acelero, eu escoro com o pé, eu chamo São Benedito?” … não teha dúvida, acelere !
fonte: http://www.terranozoio.cjb.net/

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Vai comprar uma moto? Antes de decidir, olhe no espelho.




O tão ansiado momento da compra de uma motocicleta chegou. E aí? Seja para os que vão comprar a primeira moto, seja para os que já vivem há tempos no mundo das duas rodas, a hora é delicada, capaz de tirar o sono. As dúvidas são muitas, e as considerações vão bem além do mais prosaico dos problemas, e quase sempre determinante: o dinheiro.

O mais óbvio e melhor dos conselhos é conter ao máximo o endividamento. O ideal é limitar os desejos a um bem que efetivamente possa ser pago sem grande sacrifício, lembrando que motos, assim como carros, são sujeitas a forte depreciação e não devem ser vistas como investimento. E é importante não desconsiderar os custos de manutenção e seguro, este verdadeiramente impeditivo em alguns casos, dependendo do perfil do usuário e da localidade em que reside.

Passada essa "pincelada" na parte chata – custo de aquisição, manutenção e preservação do bem – vamos a questões bem mais amenas de se tratar, ou seja, as variáveis na escolha de uma moto. Reservo abaixo algumas considerações fundamentais para a compra da primeira ou da 15ª moto da sua vida.

TAMANHO É DOCUMENTO

Motos têm diferentes alturas
do banco ao solo (veja exemplos)

BAIXA - Suzuki Burgman 125i - 730 mm

Suzuki Burgman 125i (Foto: Divulgação)

MÉDIA - Honda Hornet - 800 mm
Honda CB 600F Hornet (Foto: Divulgação)

ALTA - Yamaha Ténéré 660 - 896 mm
Yamaha XT 660Z Ténéré (Foto: Divulgação)

Altão, baixinho ou pesado?
O espelho, preferencialmente um dos grandes, onde você se veja de corpo inteiro, é um bom começo para a escolha, especialmente para iniciantes no guidão. Se você é um gigante ou a balança frequenta a escala na área dos três dígitos, muita atenção, pois não será qualquer moto que garantirá a devida segurança.

A capacidade de frear e contornar curvas e obstáculos de qualquer veículo levando uma importante massa corpórea fica comprometida e, assim, se você é grandão, pesadão, ou ambos, fuja dos modelos pequenos. A não ser que você queira roubar o emprego do urso no circo...

Na outra extremidade dessa análise, digamos, literalmente reflexiva, estão aqueles cuja estatura não é privilegiada, a turma que na escola ou no trabalho recebe carinhosos apelidos, mas sempre no diminutivo.

Para estes algumas motos são especialmente cruéis, exigindo aplicar o verbo "escalar" no lugar do mais usual "montar". Novato e baixo? A moto alta é tremendamente contraindicada, uma vez que conseguir colocar os pés no solo de forma rápida é parte indissociável do aprendizado nas artes do guidão.

Uma outra olhada no “espelho”, desta vez o de sua consciência, vai evitar dissabores futuros. Seja honesto consigo mesmo: não superestime sua habilidade. Parta do pressuposto de que você ainda tem tudo (para os iniciantes) ou muito (para os iniciados) o que aprender. Posto isso, lembre-se que motos são seres inanimados e quem deverá estar no comando, sempre, é você.

Começar com uma supermoto ultrapotente pode parecer um desafio fascinante, mas logo será perceptível o quanto é frustrante não poder domar tanta potência convenientemente. E, mesmo aos que se consideram habilidosos e experimentados, com bons quilômetros no currículo de motociclista, um aviso: as atuais superesportivas só são realmente aproveitáveis por superpilotos.

FORÇA NA MEDIDA CERTA

Veja exemplos de potência no mercado

MENOS POTENTE - Kasinski Soft 50
- 3,5 cavalos
Kasinski Soft 50 (Foto: Divulgação)

MÉDIA - Triumph Tiger 800XC - 95 cv
Triumph Tiger 800XC (Foto: Divulgação)

MUITO POTENTE - Kawasaki Ninja
ZX-14R - 210 cv
Kawasaki Ninja ZX-14R (Foto: Divulgação)

Na verdade elas são belos e sedutores "cartões de visita" tecnológicos dos fabricantes, mas sua utilização em ruas e estradas é, na maior parte das ocasiões, frustrante, seja por conta do desconforto da posição de pilotagem, idealizada para uso em pista, como pelo funcionamento inadequado deste tipo de moto em baixa velocidade, ou pela cada vez mais rígida fiscalização.

Para que quer a moto?
A mais importante questão que deve ser respondida por quem se propõe a comprar uma moto é acerca de sua utilização: qual será o tipo de uso? Se a resposta for "meio de transporte urbano", itens como agilidade, praticidade e economia de exercício são os alvos prioritários.

Contudo, se a isso se somar o uso para lazer nos fins de semana, em viagens curtas e com a presença de alguma bagagem e companhia na garupa, há de se prever maior capacidade de carga e potência, que elimina da lista veículos eminentemente urbanos como os práticos scooters e motonetas.

Um simpático Burgman 125i ou uma Honda Biz são imbatíveis no vai e vem da cidade. Mas, para aquela esticada ao sítio ou à praia, com namorada a tiracolo, deixam muito a desejar. Já uma pequena utilitária de 150 cilindradas ou, melhor ainda, de 250 cc ou pouco mais que isso, segura bem a onda destes passeios desde que limitados a 100-150 km de distância.

E se houver estradas de terra nos trajetos do dia a dia ou nos de lazer, as trail, com seus pneus mistos e maior curso de suspensão, são ideais.

Mas, atenção: quanto maior, mais alta e pesada for a moto, menos econômica ela será e mais habilidade exigirá para uma condução segura.

Está de olho na Harley?
O brilho do metal cromado e a pulsante batida dos motores das motos custom, da qual a maior representante é a americaníssima Harley-Davidson, tem gerado um interessante fenômeno: o resgate de motociclistas que se afastaram do guidão em épocas passadas. Muitos abandonaram a moto por causa do casamento, da chegada de filhos, do emprego com terno e gravata e da vida de homem "sério".

PESO-PENA x PESO-PESADO

Veja exemplos de massas de motos

LEVE - Dafra Super 50 - 94 kg
Dafra Super 50 (Foto: Divulgação)

MÉDIA - BMW G 650 GS - 193 kg
BMW G 650 GS (Foto: Divulgação)

PESADA - Harley-Davidson Electra
Glide Ultra Limited - 413 kg
Harley-Davidson Electra Glide Ultra Limited (Foto: Divulgação)

Cumpridas as tarefas sociais e profissionais, com os filhos criados e bolso fornido, tais quarentões se voltam em boa parte ao mundo custom e suas motos chamativas, imponentes e com dirigibilidade fácil por conta da baixa distância do assento em relação ao solo, apesar do peso e volume exagerado característico deste tipo de máquina.

Para esta tribo de motociclistas de volta ao ninho, um recado: não se superestime. Por mais que você tenha sido um voraz motociclista na sua juventude, exagerar no "calibre" de sua reluzente custom pode ser um erro. Prefira começar com modelos mais leves e fáceis de tocar para este regresso ao “Planeta Moto”.

Uma outra turma muito em voga, não apenas no Brasil, mas em todo o planeta, é formada pelos que admiram as motos criadas para grandes viagens e aventuras. Os maiores exemplos são a grã-turismo Honda Goldwing, um verdadeiro transatlântico sobre rodas, e a BMW R 1200 GS, a maxienduro favorita dos que sonham em dar um "pulinho" até a Patagônia, cruzar as estepes siberianas ou passar o próximo feriado prolongado no deserto do Jalapão.

A estes candidatos a alcançar quilometragens recorde ao guidão, vale lembrar que tais motos exigem pernas fortes (e longas, no caso das maxienduro) e destreza acima do padrão. Invariavelmente dotadas de grandes tanques e malas, por causa do grande volume e peso, elas requerem especial atenção nas manobras em baixa velocidade. Podem parecer lindas e chamativas, tentadoras para se exibir na avenida da praia ou nos locais da moda, mas tremendamente inadequadas em situações de uso urbano.

Para elas, vale discurso parecido com o feito para as superesportivas: use-as no ambiente para as quais foram criadas. A pista, para as esportivas, ou a estrada, para as GT e maxienduro.

Enfim, o resumo é o seguinte: escolha a moto que bem entender, mas leve em consideração os pontos básicos descritos acima. O mais importante deles, certamente, é botar seu bom-senso para funcionar. E seja feliz.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Denatran determina emplacamento das motos de 50cc pelos Detrans - José Roberto Moreira de Melo

O Depatamento Nacional de Trânsito (Denatran) definiu que, a partir de agora, os departamentos de trânsito estaduais (Detrans) serão responsáveis pelo emplacamento de motos de 50cc. Esta responsabilidade, anteriormente, pertencia aos municípios, que alegaram não ter condições de gerenciar o processo.


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Motos para iniciantes: veja 15 modelos indicados

Chegar mais cedo, economizar combustível ou relaxar nas horas vagas? Seja qual for a motivação, cada um de nós ao comprar a primeira moto tem uma idéia de utilização em mente. 
Com o passar do tempo, alguns percebem que fizeram a escolha correta, satisfazendo plenamente a expectativa inicial. Porém, há gente que “quebra a cara” por escolher sua primeira moto mais com o coração do que com a razão. 
Você já está com sua carteira nacional de habilitação tipo A nas mãos, se considera suficientemente hábil para lidar com o trânsito agressivo das ruas e estradas do Brasil mas não sabe o que escolher? Para te ajudar imaginamos três tipos diferentes de usuários iniciantes e elaboramos uma listinha de cinco modelos básicos e fáceis para cada um deles. Qual é o mais parecido com você? 

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Dicas para iniciantes!





Dica 1: Fins de semana

Para quem ainda não tem prática sobre a moto a principal é mais importante dica é continuar tentando. Os fins de semana são as melhores opções para ensaiar um passeio e começar a pegar as manhas da sua magrela. Procure ruas mais vazias e dê um passeio para testar suas dificuldades e talentos, quanto mais treinamento melhor será suas habilidades ao comandar o guidão.

Dica 2: Seja notado

Ao tirar a habilitação para pilotar motos você já deve estar ciente de que esse veículo de condução é muito perigoso. Portanto para evitar acidentes desnecessários, coloque roupas coloridas e acessórios transluzentes para que os demais motoristas possam lhe notar nas avenidas. Todo cuidado é essencial!

Dica 3: Visão de espaço

Ao pilotar abra sua visão e não apegue-se a um único ponto, para evitar acidentes, colisões e até estresse, tente prever o movimento dos demais motoristas nas ruas e tente observar tudo ao redor para não perder nenhum detalhe que faça a diferença.

Dica 4: Atente-se aos movimentos bruscos

Lembre-se sempre que um carro parado com alguém no banco do motorista pode representar alguma manobra, mesmo sem a indicação. Para se dar bem no trânsito das grandes cidades pressuponha a movimentação dos demais motoristas independente de sua sinalização e pilote defensivamente.

Dica 5: Dê espaço aos motoqueiros mais experientes

Se você ainda não tem experiência o suficiente, não obstrua o trânsito para os demais motoqueiros. Sempre que possível dê espaço, principalmente ao circular pelos corredores.

Dica 6: Prefira seguir a ser seguido

Outra dica para quando for usar os corredores entre os carros – além de nunca usar o meio fio – é optar por seguir um outro motoqueiro experiente a ser seguido. Isso porque quem é seguido determina a fluidez do trânsito e o ritmo com que as demais motos irão seguir. Se você se atrapalhar em algum momento o risco de acidente é grande.

Dica 7: Atente-se ao ponto cego

Todos sabem que os motoristas de carro possuem um ponto cego e é geralmente quando os motoqueiros entram neste ponto é que acabam ocorrendo acidente. A parte do veículo, principalmente do lado esquerdo é este ponto, portanto quando for fazer alguma manobra ou ultrapassagem não conte apenas com a visão do condutor, buzine para indicar sua presença.

Dica 8: Ônibus e pedestres!

Não há quem viva nas metrópoles que nunca viu pedestres atravessarem as ruas fora da faixa de pedestre e sem nenhum aviso prévio. Aqueles que descem do ônibus por exemplo, muitas vezes passam na frente do veículo público e surgem na roa sem nem mesmo olhar para os lados, é nessa atitude que mora o perigo, já que os pilotos não possuem visão do lado contrário do ônibus. Para evitar esse problema, vá mais devagar e fique sempre atento ao passar pelos pontos.

Dica 9: Fuja das manchas e freie com cautela

Manchas no chão geralmente são sinônimos de problema. As escuras podem ser derramamento de gasolina, óleo e água, todos elas podem gerar acidentes, já que deixam a pista mais escorregadia. Atente-se a elas e desvie sempre que possível, são armadilhas!

Dica 10: Faça a manutenção da sua moto

A mais importante e última dica para motoristas iniciantes é a respeito da manutenção da sua moto. De nada adianta seguir todas as indicações e deixar o veículo sem os cuidados necessários, além de prejudicar sua direção, não é nada interessante parar no meio do trânsito e precisar empurrar a moto não é?! Tudo isso sem falar nos gastos. Por isso esteja sempre no mecânico e atente-se ao olho, sistema de frenagem e mecânica de sua moto!